sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Depois eu edito
Há algum tempo conheci um poema do bukowski do qual na época
me identifiquei muito. Me identifiquei por um motivo que era o correto porém eu
interpretei errado.
Nesse poema o velho turrão e cafajeste dizia viver dentro dele um pássaro azul. O que ao meu ver exemplificava o sei lado bom. Já que o velho sempre foi símbolo do que há de pior
E nesse mesmo poema o velho explicava que mantinha esse “pássaro”(seu lado sensível) preso, e as vezes, quando não tinha ninguém por perto ele deixava o pássaro voar livre.
Na época isso de deixar parte de si escondida de todos me tocou tanto que ate pensei em tatuar o maldito pássaro azul. Hoje vejo o quão burro fui por não notar que apesar de ser tão turrão e cafajeste quanto aquele velho safado, nós éramos diferentes.
Ele sempre escondeu seu lado sensível talvez na tentativa de manter sua fama de “bad ass” Já eu, sempre fiz ao contrario.
O que eu tenho de mim é um monstro louco para escapar e acabar com tudo e todos ao redor.
Qualquer pingo ou sentimento de bondade, amor, compaixão ou principalmente paciência.
E percebi isso tudo quando mais uma vez esse monstro tentou se mostrar . Só que dessa vez ele veio sutil em forma de criatividade. Assim nessa criatividade eu tento pelo menos espalhar esse monstro por aí na esperança de que desse jeito, de pedacinho em pedacinho, diminua suas forças
Nesse poema o velho turrão e cafajeste dizia viver dentro dele um pássaro azul. O que ao meu ver exemplificava o sei lado bom. Já que o velho sempre foi símbolo do que há de pior
E nesse mesmo poema o velho explicava que mantinha esse “pássaro”(seu lado sensível) preso, e as vezes, quando não tinha ninguém por perto ele deixava o pássaro voar livre.
Na época isso de deixar parte de si escondida de todos me tocou tanto que ate pensei em tatuar o maldito pássaro azul. Hoje vejo o quão burro fui por não notar que apesar de ser tão turrão e cafajeste quanto aquele velho safado, nós éramos diferentes.
Ele sempre escondeu seu lado sensível talvez na tentativa de manter sua fama de “bad ass” Já eu, sempre fiz ao contrario.
O que eu tenho de mim é um monstro louco para escapar e acabar com tudo e todos ao redor.
Qualquer pingo ou sentimento de bondade, amor, compaixão ou principalmente paciência.
E percebi isso tudo quando mais uma vez esse monstro tentou se mostrar . Só que dessa vez ele veio sutil em forma de criatividade. Assim nessa criatividade eu tento pelo menos espalhar esse monstro por aí na esperança de que desse jeito, de pedacinho em pedacinho, diminua suas forças

