domingo, 5 de setembro de 2010

Quando o refugio se refúgia de mim,
e o desdém pós medo toma conta.
Meu pequeno grande bloco de pensamentos, penamentos.
Parte deCORAÇÃO de minha alma em verso e prosa.
Venho a ti me entregar e te dizer meus medos e pesos.
Peno a ti as sentenças de meu grande coração retalhado,
alma fugida em formas virtualizadas de um século que não sei viver.
Tento, me alinho, me reafirmo e não encontro.
Pos se meu refugio está em seios de mulher humana,
minha errata aí está!
Humanidade que perdida está.
Perdida em seus medos e teimosias.
Na vida de um romântico incompreendido e cheio de defeitos,
não cabe a outrem tal importância,
a não ser a extensão da alma virtualizada em verso e prosa.
Fruto de sua psicose frenquentemente presente em seu ser