sexta-feira, 8 de outubro de 2010

se leio? Todo santo dia!
Saudades? A cada segundo do dia!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Não sei pq eu me preocupo e fico tão chateado com certas coisas, quando eu tbm as faço porém de forma velada.

PS: será que alguem ainda lê isso aqui?:S (nem eu leio mais)

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Meu Anjo da Guarda (L)

Anna Idza diz:
cara olha so
ja t disse isso
vc e um amor de menino
muito querido
e n merece
isso d ninguem
se ela faz e pq vc deixa
e tem d cortar e confiar
q as pessoas ficarao c vc pelo q vc e
de verdade
e n pelo q vc quer ser p n perder
assim vc so conseguira confundir as pessoas e vc mesmo

domingo, 5 de setembro de 2010

Quando o refugio se refúgia de mim,
e o desdém pós medo toma conta.
Meu pequeno grande bloco de pensamentos, penamentos.
Parte deCORAÇÃO de minha alma em verso e prosa.
Venho a ti me entregar e te dizer meus medos e pesos.
Peno a ti as sentenças de meu grande coração retalhado,
alma fugida em formas virtualizadas de um século que não sei viver.
Tento, me alinho, me reafirmo e não encontro.
Pos se meu refugio está em seios de mulher humana,
minha errata aí está!
Humanidade que perdida está.
Perdida em seus medos e teimosias.
Na vida de um romântico incompreendido e cheio de defeitos,
não cabe a outrem tal importância,
a não ser a extensão da alma virtualizada em verso e prosa.
Fruto de sua psicose frenquentemente presente em seu ser

O HOMEM DO VIOLÃO AZUL

I
Homem curvado sobre violão,
Como se fosse foice. Dia verde.

Disseram: "É azul teu violão,
Não tocas as coisas tais como são".

E o homem disse: As coisas tais como são
Se modificam sobre o violão".

E eles disseram: "Toca uma canção
Que esteja além de nós, mas seja nós,

No violão azul, toca a canção
Das coisas justamente como são".

II
Não sei fechar um mundo bem redondo,
Ainda que o remende como sei.

Canto heróis de grandes olhos, barbas
De bronze, mas homem jamais cantei.

Ainda que o remende como sei
E chegue quase ao homem que não cantei.

Mas se cantar só quase ao homem
Não chega às coisas tais como são,

Então que seja só o cantar azul
De um homem que toca violão.

Wallace Stevens

QUE SE PASSA?

Claro que não, de maneira nenhuma.
Estava sentada ao meu lado, o desejo
agitava-lhe o ventre, ela semicerrava
os olhos. De maneira nenhuma, assim não,
ainda não. Debrucei-me sobre o seu rosto
e beijei-a. Pousei a cabeça no seu peito
e esperei pelas suas mãos. Continuava,
lento, a ir devagar ao encontro do desejo.
Não tinha pressa. Ela apertava-me
contra si silenciosamente, parecia
dormir e repousava o seu corpo como
se a morte ou uma hibernação o tivessem
ocupado. A televisão passava um filme
de John Ford. Ela ergueu-se subitamente,
afastou-me. Que se passa, perguntei-lhe,
surpreendido. Nada, respondeu ela, mas não é
o filme de John Ford que acaba de começar?
Não o quero perder. De acordo, pensei eu.
Levantei-me, fui sentar-me na cadeira do outro
lado da sala. Acendi um cigarro. Lá fora
caíra a noite há muito tempo. Mas quem
tinha vontade de pensar no que se passava
lá fora? Um filme de John Ford, repeti em voz
baixa. Apaguei o cigarro e concentrei-me
na aventura irreal, nas cores magníficas do deserto.


João Camilo.




-Finalmente alguém que me entende!

sábado, 21 de agosto de 2010

Milhares e milhares de melodias.
Tons, acordes, letras....
Melodias de amor
Amores possíveis, impossíveis...
amores!
As coisas mais lindas e tristes!
Porém, sentidas
Vários corações preciosos que transitaram
Sempre com suas particularidades, peculiaridades
Deixando marcas e manias!
Cada um que passa e passou...
Cada "vai e vem" de emoções, sentimentos aflorados
Aflora a pele ardente, linda flor
Pois se melodias diversas,
Apenas por conterem a palavra amor fizerem sentido
Amando está, estou certo?